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 O tratamento oncológico, como qualquer outro tratamento, apresenta efeitos colaterais. Em alguns esquemas de quimioterapia e na radioterapia de cabeça e pescoço, os pacientes poderão apresentar lesões na cavidade bucal conhecidas como mucosite.

A mucosite oral é uma das complicações mais comuns e dolorosas induzidas pela radioterapia e/ou quimioterapia, sendo observada com muita frequência nos pacientes submetidos à quimioterapia em altas doses, ao transplante de medula óssea e à radioterapia na região de cabeça e pescoço. Dependendo do tumor, quimioterapia e radioterapia podem ser utilizadas de forma exclusiva ou combinadas e, dependendo da abordagem terapêutica, um aumento na incidência da mucosite poderá ser observada.

A mucosite pode apresentar variados graus de manifestação, desde apenas um esbranquiçamento da mucosa, geralmente indolor, até úlceras grandes e coalescentes que normalmente impedem a ingestão de alimentos e líquidos, dificultam a fala e deglutição e causam grande impacto na qualidade de vida do paciente durante o tratamento.

O aparecimento da mucosite, assim como sua evolução clínica, dependem da resposta individual do paciente, estando intimamente relacionada à toxicidade oral da quimioterapia, dose de radiação acumulada, campo irradiado e associação da radioterapia com a quimioterapia. As lesões surgem, em média, 7 a 10 dias após a quimioterapia e a partir da segunda semana de radioterapia.

Como medidas de prevenção, na tentativa de minimizar a ocorrência e infecção das lesões de mucosite, é recomendado o uso de gluconato de clorexidina 0,12% não alcoólico como bochecho diário, bochechos com água bicarbonatada e durante as sessões de quimioterapia a realização de crioterapia. No entanto, o aparecimento da mucosite e suas complicações muitas vezes é inevitável.

A laserterapia de baixa intensidade é um recurso utilizado com bons resultados na prevenção da mucosite e diminuição da severidade das lesões no transplante de medula óssea. Nos pacientes recebendo quimioterapia e radioterapia é utilizada com intuito curativo para o controle da dor associada à mucosite e aceleração do processo de cicatrização destas lesões. O controle da dor é imediato à aplicação, estendendo-se este alívio por algumas horas (6 - 8 horas), permitindo ao paciente uma melhor alimentação, fala e bem-estar durante esta difícil etapa do tratamento.

As aplicações do laser de baixa intensidade são diárias e o número de aplicações depende do grau de severidade da mucosite. Normalmente, resultados significativos de melhora são notados após três sessões de laserterapia com uma melhora significativa na qualidade de vida. Fonte: Instituto Oncoguia

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